Ganhei este presente!......hehehehe
Muito Grato!
Amo-te e muito.
Sábado do Senhor
sexta-feira, 24 de agosto de 2007 -
by:
Willians
"Lembra-te do dia do sábado para o Santificar"
Ele deu seu filho unigênito para morrer por nós e tu não pode se quer dar o seu sábado para o louvar?
Tempo
-
by:
Willians
NOTA: Por Stéfano. Resolvi postar este poema, uma vez que achei-o muito propício neste momento de minha vida.
Tempo
Aqueles teus cabelos,
Aqueles teus olhos,
Aquela tua pele,
Não me disseram nada,
Não me fizeram nada,
Aqueles lábios que não me tocaram,
Aquele semblante que não brilhou,
Ah! Se eu tivesse profetizado,
Ah! Se eu tivesse discorrido,
Talvez o chão não estivesse úmido,
Talvez meu semblante não entristeceria,
Se o amor tocasse em nossos corpos,
Num calor intenso,
Enquanto a sua boca se dirigiria a minha
Talvez a ferida se calaria
Talvez teu sorriso alvoreceria minha alma
Teu toque então me excitaria, contagiaria e amaria.
O que antes me afagará, me sufoca
Talvez juntos reinasse o gozo da felicidade
Então não pensaria,
Sentiria, choraria,
Pois agora eu te amaria.
Tempo
Aqueles teus cabelos,
Aqueles teus olhos,
Aquela tua pele,
Não me disseram nada,
Não me fizeram nada,
Aqueles lábios que não me tocaram,
Aquele semblante que não brilhou,
Ah! Se eu tivesse profetizado,
Ah! Se eu tivesse discorrido,
Talvez o chão não estivesse úmido,
Talvez meu semblante não entristeceria,
Se o amor tocasse em nossos corpos,
Num calor intenso,
Enquanto a sua boca se dirigiria a minha
Talvez a ferida se calaria
Talvez teu sorriso alvoreceria minha alma
Teu toque então me excitaria, contagiaria e amaria.
O que antes me afagará, me sufoca
Talvez juntos reinasse o gozo da felicidade
Então não pensaria,
Sentiria, choraria,
Pois agora eu te amaria.
Indagações
quarta-feira, 22 de agosto de 2007 -
by:
Willians
À sombra de um pé de coqueiro fico a imaginar sobre as destrezas ou tristezas que, infelizmente, a vida nos propõe. Afinal, para quê passamos por isto? Mergulhado no mar de indagações, mais a fundo penso encontrar respostas, se é que elas existem. Neste caminho onde muitas das vezes estamos sem eira e nem beira vamos traçando com pontos aqui outros ali o elo que nos possa trazer no amanha a vida que queremos.Reféns do tempo, do qual não para, somos, às vezes, alienados no rancor, amargura, ódio, desejo de mau para o outrem ...
Como sair deste estado alucinótico?
Complexos são os genes que nos formam. Para muitos – à salvo alguns, é claro – estes genes formaram pessoas estereotipadas, vivem de acordo com situações, dos quais, geralmente são irrelevantes, em contrapartida quando, de fato, situações primordiais que levarão a mudança fundamentais se quer dão valor.
Será que somente eu tenho esta visão?
Destemidos da grandeza e assegurados por natureza o direito de liberdade; ir e vir, adquiridos ao nascer, há um bando de cidadãos dispostos a tira-nos este bem maior a qualquer custo – políticos.
O que fazer com estes?
São tantas indagações que será melhor mesmo continuar mergulhando rumo ao fundo para quem sabe encontrarmos respostas.

